Pandemias e outras patologias infeciosas obrigam o uso de equipamentos de proteção individual (EPI) que exercem pressão contínua e fricção na pele, sendo responsáveis pelo aparecimento de lesões cutâneas. Uma possível forma de prevenir este tipo de lesões é através da incorporação de pensos hidrocolóides/espuma entre a face e o dispositivo, estratégia já adotada pelos profissionais de saúde. Porém, estes pensos são caros e não são acessíveis à população em geral, apresentando na sua composição material não biodegradável, o que acarreta riscos ambientais.